O frio me assombra.
Teus braços estão longe.
Não me aquecem mais.
Sei que voltas logo.
Mas, cada segundo é infinito.
E tu não estás aqui.
Quero-te sempre perto.
Coladinha a mim.
Tuas mãos nas minhas.
Teu coração compassado com o meu.
Respirações unidas.
Lábios entrelaçados.
Sentimentos comuns.
Tu e eu.
Nada mais importa.
O mundo pode parar.
O tempo correr transloucadamente.
E nada, absolutamente nada.
Nos afetará.
Só sei que te amo.
Se tu me amas?
Não saberei dizê-lo.
Mas o meu amor é grande.
Amo-te por nós dois.
E para mim basta.
Ficas junto a mim.
Sentindo-me como te sinto.
Silente.
E estarei feliz.
Volta ligeiro.
Teu corpo me faz falta.
A voz, o jeito, os olhos acesos.
Tua vida é minha vida.
Nossos pés trilhando o caminho futuro.
Vem, eu te espero.
Anciosamente.
diário, escritos, rascunhos, pulsações de uma vida quase completa
segunda-feira, 12 de maio de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Agradecimento
Eu só te agradeço por uma coisa.
Por me fazer sofrer.
Não, não, não te assustes.
É verdade.
Pois assim posso escrever.
O sofrimento exponho-o nas palavras.
E assim crio meus textos.
Obrigado, por me fazer sofrer!
E que continues me magoando.
Me ferindo, me expelindo de tua vida.
E eu conseguirei erguer minhas obras.
Em cima de minha dor.
Do sofrimento por ti.
Continuas sendo minha inspiração.
Muito melhor agora, na dor.
Quando consigo enfim verbalizar tudo.
Não são versos melosos de amor.
Abomino tudo que seja de amor.
Só a dor, é que constrói grandes obras.
Angústia e Sofrimento.
Obrigado, por ontem, hoje e sempre me fazer chorar.
Por me fazer sofrer.
Não, não, não te assustes.
É verdade.
Pois assim posso escrever.
O sofrimento exponho-o nas palavras.
E assim crio meus textos.
Obrigado, por me fazer sofrer!
E que continues me magoando.
Me ferindo, me expelindo de tua vida.
E eu conseguirei erguer minhas obras.
Em cima de minha dor.
Do sofrimento por ti.
Continuas sendo minha inspiração.
Muito melhor agora, na dor.
Quando consigo enfim verbalizar tudo.
Não são versos melosos de amor.
Abomino tudo que seja de amor.
Só a dor, é que constrói grandes obras.
Angústia e Sofrimento.
Obrigado, por ontem, hoje e sempre me fazer chorar.
Saída de Cena
Tantas palavras ditas.
Sentimentos passados.
E nenhuma palavra que eu queria ouvir.
Apenas coisas jogadas ao léu.
E eu sozinho.
Eu que tanto amei.
Busquei incessantemente.
Trilhei caminhos complicados.
E atravessei mundos.
Disse tantas vez que amava.
E nenhuma foi falsa.
Sempre verdadeiros amores.
Muitos, eu sei, mas leais.
Jamais falei levianamente.
Eu amava sim.
Houve tantos desencontros.
Encontro nenhum.
Como iguais que se repelem.
Todos passaram à margem de mim.
E eu fiquei só.
Ninguém me tocou na alma.
Era muito difícil? Eu era complexo?
Eu que nunca quis ser esfinge...
Decifra-me ou te devoro...
Eu estive sempre à mostra.
Abertamente amante.
Não, talvez, justamente, por isso.
Pos ser totalmente desvendado.
Entregue aos turbilhões do amor.
Findou-se meu carnaval.
Cerram-se as cortinas.
Saio de cena, depois de cumprir meu papel.
De simples coadjuvante nas protagonizações alheias.
Sem meu par romântico.
Apenas o palhaço, dos palcos, das telas...
Pequenas participações nas vidas dos outros.
Sobem o créditos.
Meu nome lá não figura.
Sou micro.
E...
The End.
Sentimentos passados.
E nenhuma palavra que eu queria ouvir.
Apenas coisas jogadas ao léu.
E eu sozinho.
Eu que tanto amei.
Busquei incessantemente.
Trilhei caminhos complicados.
E atravessei mundos.
Disse tantas vez que amava.
E nenhuma foi falsa.
Sempre verdadeiros amores.
Muitos, eu sei, mas leais.
Jamais falei levianamente.
Eu amava sim.
Houve tantos desencontros.
Encontro nenhum.
Como iguais que se repelem.
Todos passaram à margem de mim.
E eu fiquei só.
Ninguém me tocou na alma.
Era muito difícil? Eu era complexo?
Eu que nunca quis ser esfinge...
Decifra-me ou te devoro...
Eu estive sempre à mostra.
Abertamente amante.
Não, talvez, justamente, por isso.
Pos ser totalmente desvendado.
Entregue aos turbilhões do amor.
Findou-se meu carnaval.
Cerram-se as cortinas.
Saio de cena, depois de cumprir meu papel.
De simples coadjuvante nas protagonizações alheias.
Sem meu par romântico.
Apenas o palhaço, dos palcos, das telas...
Pequenas participações nas vidas dos outros.
Sobem o créditos.
Meu nome lá não figura.
Sou micro.
E...
The End.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Pra quê?
De que vale a vida?
Pra que viver?
Tão triste.
Sozinho no mundo.
Sentir solidão.
Não ter amor.
Chorar copiosamente.
Entregar-se ao destino.
Quando este não ajuda.
Só empurrões.
Eu não quero mais!
Estar no mundo frio.
Gélido.
Quando nada vale a pena.
Niguém que amei está vivo.
Nem mesmo nas lembranças.
Tudo tão igual.
Tudo tão parado, morto.
De que valeu tudo que vivi?
De tanto amar.
Pouco ficou.
Quase nada do que fui.
Pra que viver?
Tão triste.
Sozinho no mundo.
Sentir solidão.
Não ter amor.
Chorar copiosamente.
Entregar-se ao destino.
Quando este não ajuda.
Só empurrões.
Eu não quero mais!
Estar no mundo frio.
Gélido.
Quando nada vale a pena.
Niguém que amei está vivo.
Nem mesmo nas lembranças.
Tudo tão igual.
Tudo tão parado, morto.
De que valeu tudo que vivi?
De tanto amar.
Pouco ficou.
Quase nada do que fui.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Melancolia...
Que me toma o peito.
Não me deixa amadurecer.
Apenas chorar.
Que me invade a alma.
Quando penso em ser outro.
Que me corrói a vida.
Dissonantes andamentos.
Lentos passos que trôpegos andam.
Violões que choram.
Como eu, ontem, hoje e sempre.
Se à frente obstáculos se interpõem,
o que fazer se não os venço?
Parar, desistir de caminhar.
Olhar atrás.
E ver que nada valeu.
Que nada ficou.
Que me toma de arroubo uma tristeza.
Que me consola, saber o fim próximo.
Toma-me eternamente nos teus braços.
Doce e dolente melancolia.
Uma dama de lilás.
Saudade tão profunda.
Quase toda minha.
Nunca tive nada.
Nenhuma coisa, pessoa, que pudesse chamar de minha.
Apenas eu.
Nada meu.
Só eu.
Só.
E sorrisos que disperdicei no caminhos.
Olhos que não cruzaram com outros.
Sentimentos que se perderam à esmo.
Amores vãos.
Ilusões várias.
A felicade andou à margem na minha vida.
Não a vi, nem a menor réstia dela.
Sua cara não conheci.
Tudo era lilás.
A dama.
As damas.
O tabuleiro, as peças que se moviam.
Tons escuros, claros...
Nada ficou.
Só o lilás.
A saudade.
Todos os suspiros de alegria duraram míseros instantes.
Eram ofegantes e rápidos.
Como respiração de quem morre.
E tudo morreu.
Tudo secou, murchou.
Tudo cerrou.
Findou.
O que virá além.
Só o tempo dirá.
E não sei se verei.
Se esperarei pacientemente...
Não me deixa amadurecer.
Apenas chorar.
Que me invade a alma.
Quando penso em ser outro.
Que me corrói a vida.
Dissonantes andamentos.
Lentos passos que trôpegos andam.
Violões que choram.
Como eu, ontem, hoje e sempre.
Se à frente obstáculos se interpõem,
o que fazer se não os venço?
Parar, desistir de caminhar.
Olhar atrás.
E ver que nada valeu.
Que nada ficou.
Que me toma de arroubo uma tristeza.
Que me consola, saber o fim próximo.
Toma-me eternamente nos teus braços.
Doce e dolente melancolia.
Uma dama de lilás.
Saudade tão profunda.
Quase toda minha.
Nunca tive nada.
Nenhuma coisa, pessoa, que pudesse chamar de minha.
Apenas eu.
Nada meu.
Só eu.
Só.
E sorrisos que disperdicei no caminhos.
Olhos que não cruzaram com outros.
Sentimentos que se perderam à esmo.
Amores vãos.
Ilusões várias.
A felicade andou à margem na minha vida.
Não a vi, nem a menor réstia dela.
Sua cara não conheci.
Tudo era lilás.
A dama.
As damas.
O tabuleiro, as peças que se moviam.
Tons escuros, claros...
Nada ficou.
Só o lilás.
A saudade.
Todos os suspiros de alegria duraram míseros instantes.
Eram ofegantes e rápidos.
Como respiração de quem morre.
E tudo morreu.
Tudo secou, murchou.
Tudo cerrou.
Findou.
O que virá além.
Só o tempo dirá.
E não sei se verei.
Se esperarei pacientemente...
domingo, 13 de abril de 2008
Misto.
Eu desamprendi a sorrir.
Não sei mais chorar.
Já não quero estar aqui.
Penso em sair deste lugar.
Alcançar outros hemisférios.
Partir para outros caminhos.
Tu sonrisa és muy bella.
Yo me recuerdo de ello.
Quiero sentirte otra vez.
Y talvez amarte más un poco.
Hoy estás lejos de mi.
Cerca, solo la desilusión.
Pero yo pienso en vivir amandote.
E sei que não devo.
Que tu tens outro amado.
Não pensaria duas vezes.
Faria tudo como antes.
Só pensaria em ti.
Minha vida inteira revista.
Como uma película que se assiste.
Podendo estar estar nas minhas mãos.
A decisão do final feliz.
Mas vida é diferente.
Nada pertence à nós.
Tudo depende tão somente dos outros.
E estes nunca agem como queremos.
Perdi o sono, as esperanças
Lágrimas secaram.
Apenas o que ficou foi a saudade.
Do que fomos, do que vivemos.
Tú y yo.
Nosostros tán felizes.
Poco importán los que dicem cosas tolas.
Somos, éramos felizes juntos.
Hoje já não há nós.
E sim tu, sozinha com teu novo amor.
Eu com minha solidão.
Não sei mais chorar.
Já não quero estar aqui.
Penso em sair deste lugar.
Alcançar outros hemisférios.
Partir para outros caminhos.
Tu sonrisa és muy bella.
Yo me recuerdo de ello.
Quiero sentirte otra vez.
Y talvez amarte más un poco.
Hoy estás lejos de mi.
Cerca, solo la desilusión.
Pero yo pienso en vivir amandote.
E sei que não devo.
Que tu tens outro amado.
Não pensaria duas vezes.
Faria tudo como antes.
Só pensaria em ti.
Minha vida inteira revista.
Como uma película que se assiste.
Podendo estar estar nas minhas mãos.
A decisão do final feliz.
Mas vida é diferente.
Nada pertence à nós.
Tudo depende tão somente dos outros.
E estes nunca agem como queremos.
Perdi o sono, as esperanças
Lágrimas secaram.
Apenas o que ficou foi a saudade.
Do que fomos, do que vivemos.
Tú y yo.
Nosostros tán felizes.
Poco importán los que dicem cosas tolas.
Somos, éramos felizes juntos.
Hoje já não há nós.
E sim tu, sozinha com teu novo amor.
Eu com minha solidão.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Minhas Meninas
Minhas meninas.
Meus amores.
Tão diferentes.
Unidas pelas igualdades.
Minhas meninas.
Meus sabores.
Alegrias radiantes.
Raivas passageiras.
Paixões incontroláveis.
Quero-as junto.
Debaixo de minhas mãos.
Acariciando-as.
Minhas meninas.
Minhas filhas.
Mães, amigas.
Minhas meninas crescidas.
Soltas no mundo.
Meus amores.
Tão diferentes.
Unidas pelas igualdades.
Minhas meninas.
Meus sabores.
Alegrias radiantes.
Raivas passageiras.
Paixões incontroláveis.
Quero-as junto.
Debaixo de minhas mãos.
Acariciando-as.
Minhas meninas.
Minhas filhas.
Mães, amigas.
Minhas meninas crescidas.
Soltas no mundo.
Assinar:
Postagens (Atom)